A elegância não se limita às vestes. É, antes de tudo, um jeito característico de portar se e de falar. O porte diz tudo clássico, mas não anacrônico, altivo, mas não prepotente, humilde, mas não subserviente, nobre, mas não afetado – assim deve ser a mulher. Circunspecção e discrição devem ser palavras de ordem. A mulher adorável precisa ser uma mestra na cortesia, na etiqueta, nos bons modos. Deverá sorrir, mesmo nas situações adversas. Saberá cumprimentar a todos, superiores e subordinados, tratando os com carinho e amabilidade. Vigiará o tom de suas palavras, procurando não ofender o outro. Ordenará sua casa, evitando gritos na correção dos filhos, por exemplo. Será consciente de que gargalhadas excessivas em uma mulher a fazem vulgar quando em público pode se rir com gana e vontade, sem necessidade de fazer escândalo. Comportar se á à mesa, manejando os talheres, mastigando com delicadeza, evitando gestos bruscos e posturas desleixadas. Será elegante, mas não pedante e afetada sua elegância e cortesia precisam ser naturais.